Categoria: Blogs seguidos

Livros sobre a I Guerra, publicados nos anos 10 -30 do século XX, do ARQUIVO / BIBLIOTECA EPHEMERA cedidos para a exposição temporária que acompanha o colóquio.
via APOIO DO EPHEMERA AO COLÓQUIO “O BARREIRO NA 1ª GUERRA MUNDIAL” (ASSOCIAÇÃO DE FUZILEIROS, 8 DE NOVEMBRO ÀS 21 HORAS) — EPHEMERA – Biblioteca e arquivo de José Pacheco Pereira

N

um post recente referi que me parecia que no tipo de comemoração como a que marca a ação do Corpo Expedicionário Português, faltava a componente do conhecimento, da história, de nos dar a conhecer a todos um pouco mais sobre os motivos das ações, dos feitos que definem essa comemoração. Referi ainda que a sociedade civil poderia ter uma papel muito importante na divulgação desse conhecimento. Fica aqui um exemplo, com a participação do Ephemera, com a exposição temporária de um pouco do seu imenso espólio, num colóquio desenvolvido pela Associação de Fuzileiros. Um exemplo a reter, e a repetir em muitas outras comemorações, no trilho da nossa história.

É uma e vinte da manhã e estou a escrever isto. Ainda pensei gravar um vídeo para ver se a mensagem se espalharia por mais gente mas, sabendo que sou mais eloquente por escrito, decidi manter-me com aquilo que sei. É uma e vinte e dois da manhã e estou zangada. Não estou a brincar,...…
via A importância dos -ismos — infinito mais um

Fui alertado através do Twitter, para este artigo no Infinito mais um, escrito pela Ana Garcês. Ao ler, senti que o deveria partilhar, pois revejo-me profundamente nele, apesar de ter sido bastante criticado. É um post corajoso, mas verdadeiro, que não cai nas habituais ideias banais que tornam toda esta discussão num jogo de pinball, algumas das quais faço referência no meu post sobre piropos. Parte sim do pressuposto de que do muito que se fala (ás vezes de uma forma circular e para alimentar pequenos poderes, egos militantes e idiossincrasias sociais perdidas no tempo), pouco se avança, num mundo de igualdade merecido quer por mulheres, quer por homens, que apenas resulta num caminho mais seguro para o nosso futuro. E no pouco que se avança, lemos notícias como esta, ou esta , de violações e agressões a mulheres, numa quantidade para lá de preocupante. E no meio de tudo isto, são as vítimas que mais sofrem, por via de um processo penoso de investigação e julgamento (quando chegamos a esse ponto), deixando pelo meio um martírio ilustrado no medo de voltar a casa, no medo de enfrentar a rua.

Não compactuo com isto. Não quero compactuar com isto. E por isso associo o meu grito de revolta ao que ecoa com este artigo. Crédito da imagem de destaque: Oakland Schools
Parte das caixas esvaziadas dos livros vindos do Cadaval.
via TRABALHOS NO ARMAZÉM DO BARREIRO — EPHEMERA – Biblioteca e arquivo de José Pacheco Pereira

Fiquei particularmente impressionado com este post. Há uns anos atrás conheci uma pessoa que fazia restauro de carros antigos, e que me dizia que por vezes encontrava carros em armazéns velhos, e mesmo no meio do mato. Ao ver estes posts do Ephemera, que sigo sempre com atenção, fico sempre com a sensação que a nossa história está meio perdida um pouco pelo desinteresse em relação ao passado, seja em caixotes de cartão perdidos num armazém citadino, ou em papéis espalhados por barracões por vezes perdidos no meio do nosso pequeno país, de enormes esquecimentos e ausências feito. É pena, é realmente muita pena...nem tudo o que não é digno de estar num museu é ausente do tempo que serviu, fazendo-nos a todos avançar. Bem haja para toda a equipe do Ephemera, que com o seu esforço nos faz contemplar o nosso futuro, para além do nevoeiro do presente.

Crédito da imagem de destaque: Oakland Schools
Nota Introdutória: Até podia ter sido tudo simples e perfeito se tivéssemos realizado o necessário trabalho de planeamento que deve anteceder a prática de uma atividade de trekking. Mas não foi o caso. Desta vez a vontade de ir, a pressão do trabalho, a falta de tempo e algum excesso de confiança, levaram a que […]
via Fascinante Galiza – Mosteiro de Caaveiro — Kilómetro Zero

Confesso que fiquei com alguma inveja. Saudável, claro :) que nestas coisas de caminhadas, o que interessa é que todos sejamos felizes nas nossas descobertas. Mas depois de em 2016 ter andado pelos Pirinéus, a Galiza é uma região da qual oiço cada vez melhores referências, e pela qual tenho um desejo grande de caminhar. Talvez este ano, ou no próximo. Obrigado pela partilha, pessoal do Kilómetro zero.

Crédito da imagem de destaque: Oakland Schools
É engraçado como vamos mudando ao longo das areias do tempo, verdades absolutas de ontem passam a ser meias verdades amanhã. Acho que faz parte da evolução de um ser, seja ele humano ou não. Claro que existe quem é atrito a mudança, a mudança assusta, amedronta… mas faz tanta falta como faz o ar […]
via Pondero se mudei ou se estou simplesmente cansada. — Os meus idealismos

Gostei muito deste post da Paula. Revi-me muito nele, e tem sido por aqui que tem caminhado a minha reflexão nestas férias algo cinzentas, mas por onde brilha a beleza do que nos rodeia, do que nos faz crescer.

Obrigado por partilhares esta reflexão tão bonita, Paula. Crédito da imagem de destaque: Oakland Schools