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Social – Cuidadores informais

A temática dos cuidadores informais tem estado na ordem do dia. São mais de 800.000 em Portugal, e entregam o seu Amor com dedicação aos seus familiares que, sejam pessoas idosas, sejam crianças e jovens, se encontram em estados de doença ou fragilidade avançada. Conheça um pouco mais das suas realidades, e apoie esta causa. Poderá encontrar informação complementar em:

Website – Associação Nacional de Cuidadores Informais

Facebook – Associação Nacional de Cuidadores Informais

É também com esta temática que também se inaugura a nova série dos podcasts do Omnia in Unum. Conheça as novidades no início do episódio.

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A praxe não é uma obrigação

Nunca fui adepto de praxe, e nunca participei ativamente nas atividades que lhe eram dedicadas ( ou mesmo na chamada tradição académica). Foi sempre um meio que nunca me atraiu e, na praxe propriamente dita, nunca senti que por não participar, e ser assumidamente contra esta prática, me fizesse sentir mais ou menos excluído das atividades diárias na Universidade. Nas praxes mais clássicas, e naquelas em que se assistiam a alguns comportamentos abusivos, apenas se via a perpetuação de um ritual desprovido de qualquer sentido que não o de  um teatro perfeitamente dispensável, e que normalmente para nada mais servia que não à satisfação egocêntrica de uma qualquer pessoa ou grupo. Nos casos mais graves, como o que aconteceu na Covilhâ este fim de semana, parece-me importante perguntar se as pessoas que os levaram a cabo têm as necessárias competências sociais e de convivência em grupo para frequentarem instituições universitárias…acima de tudo, bem vistas as coisas, nenhuma praxe daquele modelo mais tradicional, mais ou menos abusivo,  tem qualquer utilidade na vida dos estudantes, presente ou futura, e por vezes apenas acabam mal, desnecessariamente, pois toda aquela futilidade podia ser evitada.

Felizmente vão existindo exemplos de praxes diferentes, onde o bem comum e o auxílio ao próximo  são pilares de intervenções sociais e ambientais, e onde podemos assistir à criação de laços abrangentes entre a comunidade estudantil universitária e a sociedade, numa realidade que pode ser aquela presente no futuro destas pessoas, seja no cada vez mais intenso efeito das alterações climáticas, seja numa sociedade mais voltada para a sua demografia, e os impactos da mesma nas dinâmicas sociais. Despertar ou cultivar essas formas de consciência é integrar esses jovens numa dinâmica não apenas académica, mas igualmente de intervenção social. E isso é saudável, num país profundamente carente de ação cívica e cidadã, que deve ter nas universidades um dos seus focos de atuação.

Se és estudante universitário(a) e leres este artigo, se sentires que a tua integridade física ou psicológica foi de alguma maneira agredida de formas que não consideras razoáveis ou normais, visita a página da Direção Geral de Ensino Superior e coloca a tua situação através de um dos contactos aí presentes.

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Semana longa

Com o intensificar do trabalho, e a ter que aproveitar parte das noites para o meu mini-MBA em Gestão de Serviços, o tempo não tem sido muito para escrever…ou ler, apesar de não conseguir acabar o dia sem aqui deixar o meu pequeno momento de partilha. O tempo escasseia, mas ainda assim, apesar de não ser muito, há sempre lugar para a frescura do novo que sempre se renova em novas ideias…tudo vai estando preparado para a segunda série de episódios do podcast, em muitos aspetos uma evolução da primeira, e que se irá iniciar com a temática dos cuidadores informais, algo que já vivi um pouco na minha vida, e uma causa que aprecio particularmente. Enquanto isso, no dia-a-dia, resta-me algum tempo a seguir ao almoço e ao jantar para ver o que se passa na minha conta do Twitter, ler um pouco, ver televisão…por vezes dormir. Apenas a música me acompanha durante todo o dia, trazendo uma muito doce sensação de equilíbrio ao trabalho, dando-lhe por vezes um muito necessário colorido e vivacidade, naqueles 5 minutos tão necessários para desfrutar uma melodia, saborear uma letra…por vezes até dançar. No meio de tudo isto, só as dores no corpo não ajudam, especialmente nestas estações de transição…por entre o calor que se faz frio e que em calor nos torna a aquecer, o corpo sente-se um pouco, principalmente as costas, um pouco afetadas pelo acidente que sofri o ano passado. Mas o caminho faz-se caminhando…

Os bocadinhos dos dias vão sendo assim cada vez mais importantes, pontos cada vez mais focais de serenidade…por entre a dinâmica ensurdecedora dos homens vai brilhando o meu pequeno silêncio, trilhando um caminho de paz por entre horizontes que despontam na bruma, de forma mais ou menos espontânea…a felicidade não está em usufruir de tudo o que nos é dado, de uma forma indiferenciada…ela está na escolha plena de sabedoria e gratidão do horizonte onde vislumbramos um pouco mais da nossa felicidade.

 

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A visão Bauhaus

Um vídeo simples, mas muito interessante, que nos mostra como o movimento Bauhaus contém, na sua essência, muitos dos pressupostos que deveriam mover a inovação no tempo moderno. A ideia de um mundo repensado, numa filosofia minimalista que evolui numa base inspirativa e inspiradora, para lá dos ditames do mercado…uma reforma viva, vibrante, baseada na partilha e evolução das ideias como produto duma reflexão liberta, acomodando o progresso e as dinâmicas sociais do nosso tempo no sentir intemporal que nos define enquanto humanidade. Para mim, continua a ser um paradigma muito interessante, num mundo e numa sociedade que de facto necessitam de ser profundamente repensados à luz do homem que se liberta, deixando para trás o homem que um dia se prendeu no vazio do que conquistou.

A paixão continua bem viva…

Crédito do Vídeo:Bauhaus Movement

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Omnia in micro – 7

“O homem que se busca raramente é o homem que se encontra…na intenção da busca reside a afirmação de um caminho, por entre os extremos de uma escolha. Mas o homem que caminha, nem se busca nem se encontra. Ele apenas desfruta. Não se consome no tempo que se esvai, pois é no tempo que liberta a sua jangada à deriva no rio. “

Lentamente pousou o caderno, fixando o olhar no horizonte…

“Se fores o que sentires” continuou “ousa libertar-te desse sentimento…desfruta a paz que sempre emerge de simplesmente esqueceres o que serás”